Como saber se meu funcionário está motivado?

Como saber se meu funcionário está motivado?

Motivação é a palavra chave para um bom desempenho. Mas nem todos os líderes sabem lidar bem com esse tema. Geralmente recebo gestores querendo contratar meus serviços para “motivar a equipe dele”. Minha resposta é sempre a mesma: “motivação vem de dentro, não de fora”.

Mas existem algumas dicas para você avaliar o nível motivacional de sua equipe. Por exemplo:

O desempenho de seu colaborador está abaixo do que você espera? Avalie primeiro se ele tem conhecimentos suficientes para desenvolver aquela atividade. Depois o acompanhe e o treine para que ele adquira habilidade. Na sequência avalie se ele se sente bem realizando aquela atividade. Pois são coisas que passam desapercebidas e as vezes somente são vistas como falta de treinamento.

Outra coisa importante para avaliar o nível de motivação de seu colaborador: Pergunte a ele quais são seus sonhos, quais são suas metas, de curto, médio e longo prazo. Depois peça para que eles reflitam sobre o que seu emprego significa para ele. Busque entender se ele percebe o emprego como algo que o aproxime do sonho, ou se ele percebe o emprego somente como algo que supre uma necessidade dele.

Legal também você perguntar o que ele mudaria se pudesse estar no seu lugar. As vezes ele tem várias melhorias que podem ser aplicadas para que possa melhorar as condições para realização de seu trabalho.

Bom, o importante é nunca perder de vista as necessidades e sonhos de seus colaboradores, por que quando isso acontecer, pode ter certeza que ele também jé terá perdido de vista as prioridade e desejos da empresa.

Até onde uma empresa deve insistir no desenvolvimento de um colaborador?

Até onde uma empresa deve insistir no desenvolvimento de um colaborador?

Nós sabemos que as pessoas necessitam de desenvolvimento constante para atingir boa performance numa empresa, mas já parou para pensar até onde a empresa deve ou não investir num colaborador?

Pois bem, essa conversa que teremos será a mais franca possível. Não quer dizer que seja o certo, mas quer dizer que é algo em que eu acredito muito.

Eu acredito no capital humano. Minha carreira toda foi desenvolvida em cima de entender sobre os motivadores humanos e em formas assertivas de desenvolvimento de novas competências e novos comportamentos.

Mas existe um ponto onde a empresa ou o gestor precisa se atentar.

O ponto é: será que aquele colaborador quer ser desenvolvido?

Independente da metodologia ou da carga horária de um treinamento, o ponto chave é se o colaborador tem o objetivo de se desenvolver, e o porque ele quer se desenvolver.

O que vemos em muitos casos, é que a empresa assume total responsabilidade para desenvolvimento de sua equipe, mas nem todos querem ser desenvolvidos.

Quando um colaborador não quer ser desenvolvido você ouvirá frases como essas: “A esse treinamento de novo” ou “isso eu já sei” ou ainda “vocês vão pagar horas extras por esse tempo que terei que ficar aqui neste treinamento”.

Tome cuidado com o investimento em treinamento. Faça-o sempre que o puder, pois seu negócio depende dessa estratégia. Mas não jogue dinheiro fora com quem não quer ser desenvolvido. Será uma frustração tanto para você, quanto para ele.

Você já pensou em uma Previdência Complementar?

Você já pensou em uma Previdência Complementar?

Poucos profissionais dispõem de uma consciência voltada a educação financeira. Atualmente dentro de um consumo desenfreado por aquisição imediata de “coisas” – digo coisas porque depois de efetivada uma compra por impulso o próprio consumidor não sabe pra que serve o que ele acabou de adquirir – o profissional se vê altamente desmotivado com sua remuneração, uma vez que ele não consegue mais pagar todos os compromissos financeiros assumidos – não porque seu salário não foi reajustado ou porque a inflamação está absurda – ele não consegue mais pagar suas contas porque passou a consumir demasiadamente sem necessidade e principalmente sem planejamento. Hoje a visão de um jovem logo após conseguir um trabalho é resolver onde gastar o dinheiro que ele ainda nem ganhou. Ele já adquire uma dívida de 12 meses para pagar, quando não uma parcela ainda mais a perder de vista.

Planejamento financeiro hoje é um assunto altamente discutido no meio corporativo, uma vez que as empresas já não conseguem mais motivar seus funcionários somente com aumentos salariais, porque um aumento salarial hoje equivale a mais uma dívida assumida pelo funcionário amanhã, que reflete: “ Se estou ganhado mais, posso gastar mais”. A remuneração recebida para a maioria das pessoas nunca será suficiente, haja vista que não se consegue planejar o que fazer de maneira adequada com o dinheiro que recebe. O mercado de trabalho atual cada vez mais competitivo e exigente facilita profissionais despreparados no quesito do planejamento financeiro a refletir da seguinte maneira: “Trabalhar pra ganhar essa “mixaria” pra que? Vou é embora desse lugar e vou mandar meu chefe a P….Q….P….”.

Devido a essa falha da sociedade e inclusive da estrutura familiar – pois a maioria dos pais também não estão preparados para planejar seus investimentos financeiros – essa garotada aparenta ser cada vez menos compromissadas com suas carreiras e com as empresas que trabalham, quando na verdade o que falta é qualificação para planejamento de futuro.

Uma pesquisa realizada em 2011 (Towers Watson) com 198 companhias nacionais e multinacionais, revelou que, 79% dessas empresas oferecem benefícios para a aposentadoria de seus funcionários. Dessa maneira com programas de conscientização e planejamento de futuro, fazem com que seus profissionais não pensem somente no agora, mas também tenham um planejamento para o futuro.

Com o aumento da expectativa de vida, hoje mais do que nunca precisamos nos preocupar com o futuro. Podemos escolher em depender exclusivamente de uma Previdência Social oferecida pelo Governo – claro que através do próprio dinheiro que arrecadam de nós através dos impostos abusivos – ou planejar nosso futuro financeiro desde cedo, já prevendo que quando chegarmos na melhor idade, ou quando tivermos uma necessidade relacionada a problemas de saúde por exemplo, teremos garantido o nosso direito de sobrevivência. Precisamos  saber que através do pouco que podemos poupar  hoje, teremos mais garantida nossa segurança amanha. Reflita, vale a pena!

 

Tatiane Souza

Você já ouviu falar em Coaching?

Você já ouviu falar em Coaching?

Coaching é uma metodologia presente em grande parte do mundo e que tem como objetivo alcançar resultados pré-determinados, partindo de uma situação atual para uma situação desejada (foco nas realizações de metas e objetivos), através do desenvolvimento de competências.

Através de metodologia, técnicas e procedimentos, o profissional conduz o seu Coachee (nome dado ao aluno ou cliente no processo de Coaching) no desenvolvimento de competências, que se transformam em potencialidades com o propósito de alcançar objetivos reais. Tudo isso através de planejamento pessoal e profissional de curto, médio e longo prazo.

O Coaching de Carreira é responsável por provocar no Coachee uma evolução, estimulando e dando o apoio que ele necessita para que possa alcançar seus objetivos, obtendo assim os resultados que espera. Ajuda o profissional a construir uma visão melhor para assumir compromissos. Tem por objetivo enaltecer as qualidades e pontos positivos do cliente, realizando uma série de atividades e questionamentos para estimulá-lo a encontrar alternativas e soluções, para assim alcançar seus ideais e suas metas.

O Coaching Carreira auxilia os profissionais a descobrirem o que realmente desejam fazer com suas vidas, ajudando a desenvolverem uma estratégia para alcançá-las.

Você já formulou suas metas profissionais? Não? Corra então e comece agora mesmo, pois seu futuro precisa ter um alvo certo. O Sucesso!!!

Tatiane Souza

Como se comportar em festas de final de ano

Como se comportar em festas de final de ano

Final de ano: época que muitas empresas realizam a tradicional festa de confraternização que reúne colaboradores, parceiros, fornecedores e até clientes.

O evento, criado para celebrar os resultados alcançados e promover a integração entre os colaboradores, pode se transformar em uma enorme dor de cabeça. Por isso é preciso tomar alguns cuidados:

Roupas – Não é preciso usar os trajes formais do ambiente de trabalho, mas cuidado na escolha. Atenção com os decotes, comprimento, transparências. Apesar de ser um momento de descontração, todos os chefes e diretores estarão na festa.

Bebidas – Cuidado especial: É indicado beber com moderação para evitar ressacas psicológicas.

Família – Os cônjuges, filhos e outros parentes só devem ir à festa se a empresa permitir.

Danças – Mesmo que você seja um ótimo dançarino, não exagere nas coreografias.

Discrição – Nas festas de final de ano da empresa, a regra básica é discrição. Economize nos gestos e evite reclamar da empresa e dos colegas.

Troca de presentes – Muitas empresas realizam os tradicionais amigos secretos junto com a festa de confraternização. Na hora de revelar o amigo, evite piadinhas que possam expor a intimidade do colega.

Oportunidade – As confraternizações oferecem ótimas oportunidades para quem quer estreitar a relação de amizade com os colegas de trabalho, inclusive com o chefe. Porém, nada de puxar saco. O comportamento deve ser natural, sem forçar a barra. Lembre-se que a festa é uma ótima oportunidade para fazer networking.

 

Tatiane Souza

Para que serve RH nas empresas?

Para que serve RH nas empresas?

Hoje se tem uma visão um pouco deturpada a respeito do RH. Entende-se que o RH é o departamento que trata de todos os assuntos que não interessam a outras áreas, ou que o profissional de RH é um staff para resolução estritamente de conflitos e desmotivação. Pouco se sabe, é o que o RH pode fazer muito mais a respeito de assuntos que realmente podem ser rentáveis a empresa.

O RH por exemplo pode ser uma verdadeira fonte de atração de novos talentos para a organização, desde que o mesmo tenha seu papel exercido de maneira adequada na empresa, e que seus projetos sejam realmente levados em consideração.

O RH pode se tornar estratégico se a diretoria da empresa fornecer subsídios para tal, e também lhe oferecer credibilidade e confiança.

O verdadeiro profissional de RH atualmente está em plena formação, pois inclusive eles ainda não estenderam seu real papel. Não entenderam que de nada vale políticas bem elaboradas, se as mesmas não fizerem parte do DNA da empresa.

O RH funciona de acordo com a filosofia de negocio do idealizador da empresa, dos diretores ou gerentes da mesma. Não adianta o RH trabalhar de acordo com o que ele acha correto e os diretores ou gerentes da empresa não compartilharem da mesma ideia. Isso faz com que a empresa como um todo perca: O RH perde, o funcionário perde, o cliente perde…

Precisamos começar a pensar no RH estratégico realmente, formado por profissionais que entendam de Gestão, que entendam de negócios, que entendam de números. Precisamos de pessoas que gostem de lidar com pessoas. Pois somente dessa maneira todos os envolvidos saem lucrando. O funcionário por estar em uma empresa que lhe possibilita crescimento de acordo com seu próprio mérito. O RH que trabalha políticas que realmente farão diferença no futuro da empresa. E por fim a empresa que ganha muito mais mercado por possuir uma filosofia de trabalho empregada na verdade, na sua realidade de fato.

Tatiane Souza