Geração Y

Geração Y

 

Pesquisa: 51% dos jovens querem empreender em 6 anos.

Levantamento com 46.107 jovens brasileiros das cinco regiões do país indica que 56% deles querem abrir um negócio. (Fonte: Revista Veja)

Os Jovens nascidos entre as décadas de 80 e 90 são conhecidos como a Geração Y. Nascidos na era digital essas pessoas estão sempre conectadas e são especialistas em lidar com tecnologia.

Algumas empresas estão tendo algumas dificuldades em lidar com esses profissionais, pois entendem que os mesmos não oferecem segurança para seus empregadores.

Segue abaixo algumas dicas para lidar com essa Geração que se bem aproveitada, pode oferecer resultados extremamente expressivos para sua organização.

  • Uma necessidade muito grande dessa Geração é entender que a proximidade é essencial. A geração Y quer opinar, criticar, reclamar, perguntar. As redes sociais são um dos principais canais de comunicação, justamente porque dão voz a eles. A empresa para ser bem-sucedida, neste caso, precisa oferecer políticas que estimulem a expressão de ideias e não o contrário. Mesmo que essa ideia naquele momento não possa ser utilizada.
  • Um dos mitos relacionados com essa Geração é que ela é difícil de satisfazer. Por serem muito diferentes uns dos outros, o segredo está em um simples detalhe: observar e conhecer o perfil desse público. Procure saber quais são seus hábitos, onde ele está, o que gosta, suas preferências culturais, pois o segredo está em atender a perspectiva desse público e não o inverso.
  • Essa geração mais jovem tem a tendência de priorizar Organizações que os tratem de maneira personalizada. Por isso, é importante que os RHs estejam prontos a prestar um bom atendimento, dessa forma, conhecendo mais a fundo seus colaboradores.
  • Escute os funcionários que fazem parte dessa geração. Isso ajuda a perceber o que está funcionando e o que esse público quer.
  • A comunicação Empresarial tem que ser diferente. Os meios tradicionais não surtem os mesmos efeitos para essa Geração. Segundo especialistas, a interação simultânea por vários canais, como celular, intranet, Jornal, revistas, são métodos eficazes de contato.
  • Quando a empresa implementa uma novidade, é preciso medir se o resultado foi bom. A ação precisa ser mensurável e o bom empreendedor precisa saber o momento certo de mudar suas políticas. É necessário avaliar se seus planos, politicas, modo de remuneração e avaliação estão condizentes com a expectativas desses colaboradores da geração Y, senão simplesmente eles perdem a motivação e vão atrás de outras oportunidades.

Os jovens querem trabalhar em uma área com a qual se identifiquem. Nada melhor do que criar um modelo de gestão que atendam duas grandes necessidades dessa Geração: Vontade de realizar-se profissionalmente fazendo o que gosta e de deixar uma marca positiva no meio em que convive.

Tatiane Souza

Espaços Compartilhados

Espaços Compartilhados

Você percebeu que nos dias atuais, as paredes (físicas) que separavam as pessoas estão cada vez mais ausentes dos modelos corporativos?

Isso acontece devido a um fenômeno comprovado cientificamente como: “Força do pensamento coletivo”. Isso quer dizer que se alguém pensa algo, esse pensamento não fica somente dentro daquele corpo, mas sim se expande para o meio em que essa pessoa está inserida. As pesquisas apontam que nossos pensamentos podem chegar a até um quilometro de distancia. Por isso, empresas dos mais variados portes, estão quebrando os protocolos (e as paredes é claro) para investir em espaços compartilhados de trabalho. A comunicação melhora, mas a fluidez dos pensamentos melhora ainda mais. E quanto menos barreiras, melhor!

Outra informação vinda de pesquisas efetuadas em Havard, demonstram que nosso cérebro consegue resolver melhor problemas se não estiver sob pressão, por isso ambientes que sejam mais informais, tem condições de resolver mais problemas sem tanto estresse. Por isso muitas empresas estão tirando suas reuniões das salas tradicionais, e levando as mesmas para serem realizadas em cafés, parques ou até durante algumas pequenas caminhadas.

E você, o que tem feito para aproveitar a força do coletivo?

Qual tem sido a sua contribuição?

Tatiane Souza

CEO – Gente Mais Consultoria e Treinamento

Você conhece a Cultura Organizacional da sua empresa?

Você conhece a Cultura Organizacional da sua empresa?

Neste post iremos falar sobre a real importância e o conceito da Cultura Organizacional, mas antes de tudo, você sabe o que é Cultura Organizacional???

Pois bem vou te explicar sucintamente o que significa, para podermos efetuar logo após, as analises de como hoje essa cultura afeta ou beneficia nossa carreira.

Segundo a definição de L. Smircich em “Concepts of Culture and Organisational Analysis” a Cultura Organizacional representa o sistema de comportamentos, normas e valores sociais (padrões de referência que influenciam a forma como as pessoas agem e avaliam os acontecimentos) aceites e partilhados por todos os membros da organização e que de certa forma a tornam única.

É, portanto, um conjunto de características únicas que permite distinguir a organização de todas as outras. Corresponde ao que representa a personalidade no indivíduo e transmite a forma como os membros da organização se comportam de acordo com o sistema de valores vigente.

A importância da Cultura Organizacional deve-se ao fator de constituir uma forte determinante da motivação na organização, fato que se deve às funções que desempenha, nomeadamente:

– Dar um sentimento de identidade, de unidade e de participação coletiva aos membros da organização;

– Incentivar o empenhamento das pessoas;

– Guiar e modelar o comportamento das pessoas.

Atualmente como você percebe a cultura da empresa em que trabalha? Ela auxilia seu desenvolvimento e seu desejo por melhorias? Como seus lideres o motivam para o aprendizado? A empresa investe em você ou o motiva ao alcance de Alta Performance? Se todas estas respostas tiverem sido negativas, cuidado, talvez você esteja dentro de uma organização que ainda não entendeu o sentido macro da Liderança Estratégica que não é somente sair e contratar o melhor profissional do mercado, mas sim formar dentro dela própria tal profissional.

Santo de casa faz milagre? Sim !

Santo de casa faz milagre? Sim !

Em meio a muitas transformações e necessidades de mudança, geralmente as empresas acreditam que para inovar  precisam de pessoas novas.

Muitas empresas não percebem os talentos internos que dispõem, e dessa maneira fazem contratações externas fora da realidade da empresa.

Precisamos entender que o tempo de permanência de um profissional na empresa, depende exclusivamente de como ele percebe sua carreira naquela organização.

Empresas que não desenvolvem seus colabores e contratam conhecimento pronto de fora da mesma, erram duas vezes: Primeiro quando acreditam que o conhecimento de um profissional fará a diferença sem contar com a cultura daquela organização, bem como seus valores e sua rotina; Segundo quando pensa que seus colaboradores internos não são afetados com esse tipo de contratação.

Hoje a máxima da gestão de pessoas está justamente em transformar o colaborador dentro do tripé de Competências, sendo: Conhecimento, Habilidade e Atitudes.

Um profissional será entendido como verdadeiramente competente quando ele tiver os conhecimentos relacionados a suas atividades, habilidade para desenvolve-las e  principalmente atitude para inovar, transformar e querer que a coisa aconteça.

Um engano muito grande é a empresa “achar” que o profissional poderá desenvolver essas competências sozinhos. A empresa precisa assumir o papel de agente de mudança e principalmente de agende de gestão do conhecimento. Só dessa maneira será possível sair definitivamente da justificativa de que o mercado não oferece pessoas preparadas, e dessa maneira se assumir como autor de sua própria historia.

Santos de casa fazem milagre sim! Porem não podemos acreditar que ele milagre acontecerá sem esforços, empenho e dedicação.

Empresas olhem para dentro de sua organização e conheça melhor as pessoas que fazem parte dela. Conheça a expectativa desses profissionais, conheça a historia deles, e semeie bons frutos dessa relação.

Sucesso a todos!

 

Precisamos falar sobre resiliência…

Precisamos falar sobre resiliência…

Já ouviu falar nesse termo? Senão ouvir, sem dúvida você vai esbarrar nela por ai. Pois bem! Resiliência ou resiliência é um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade de que são dotados alguns materiais, de acumular energia quando exigidos ou submetidos a estresse sem ocorrer ruptura.

Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pela histerese do material – como um elástico ou uma vara de salto em altura, que verga-se até um certo limite sem se quebrar e depois retorna à forma original dissipando a energia acumulada e lançando o atleta para o alto.

Atualmente resiliência é utilizado no mundo dos negócios para caracterizar pessoas que têm a capacidade de retornar ao seu equilíbrio emocional após sofrer grandes pressões ou estresse, ou seja, são dotadas de habilidades que lhes permitem lidar com problemas sob pressão ou estresse mantendo o equilíbrio (Wikipedia).

Um profissional com tal característica, detém um diferencial competitivo muito grande, pois ficará a frente de profissionais que podem ser capacitados e diferenciados tecnicamente, porem comportamentalmente deixam a desejar.

É isso o que acontece na maioria dos casos em cargos de Gestão por exemplo. São profissionais altamente técnicos, que não possuem habilidade e flexibilidade necessária ao cargo.

Um bom exemplo disso seria um Supervisor Comercial, que tem toda pressão da diretoria para obtenção de métricas, que em contrapartida tem a pressão da equipe por melhores salários ou benefícios, e ainda a pressão do cliente exigindo mais prazo ou maiores descontos.

Esse profissional pode ter feito faculdade de Marketing, MBA em qualquer área que você possa imaginar, morado fora do país e contar com um enorme e graduado currículo. Porem se ele não for resiliente o bastante para trabalhar sobre essa pressão, ele não irá atingir o sucesso na carreira.

E você já se viu nesse papel? Trabalha sob pressão? Se sim, ótima oportunidade para treinar sua resiliência. Se não, cuidado, você pode estar sendo poupado, porque sua Gerencia não acredita no seu potencial comportamental, e isso pode implicar em cargos estritamente operacionais para o resto da carreira.

A pressão tem que servir de oxigênio para novas conquistas e melhoria continua. Não entendam a mesma como um “carma”.

Ela pode ser responsável pelo seu desenvolvimento e consequentemente sua progressão de carreira. Fique feliz com o trabalho sob pressão, e se entenda uma pessoa afortunada pelo destino.

Se hoje não trabalha sob pressão, deixe claro para sua gerencia seu preparo e maturidade para o qual, e se for conveniente assuma responsabilidades que não assumia até então.

Deixe nítido sua preocupação e seu preparo para novos desafios, e siga em frente. Resiliente sempre!!!

 

Por que o treinamento é tão importante?

Por que o treinamento é tão importante?

Vamos aproveitar a sensibilização ao esporte por motivo das Olimpíadas de Londres e vamos repensar um pouco como esses atletas adquirem sua capacidade máxima traduzida em resultados.

O atleta nasce com uma pré-disposição a um dado esporte, mas o que o faz campeão é sua predisposição a ultrapassar barreiras e vencer desafios. Em nossa carreira as coisas não acontecem de forma diferente.

Nossa capacidade em superar obstáculos e desafios superam nossa habilidade técnica para algo.

Pois bem, vamos fazer um comparativo com o Atleta de Ginastica Olímpica Diego Hypolito que deu uma entrevista que particularmente me comoveu.

Ele tinha acabado de ser desclassificado do campeonato onde passou anos treinando, e sua preocupação maior era com as pessoas que tinham acreditado nele:

-Desculpa mesmo. Cai. Mais uma vez numa Olimpíada eu saio caído…

– Está todo mundo ai. Minha mãe, meu pai. Eles vieram aqui fazer a maior festa e eu acabei com a festa mais uma vez…

-Eu só posso pedir desculpas pelo meu fracasso, mais uma vez…

Enquanto todo mundo pode estar pensando, estão vendo? O que adianta passar horas e horas, anos e anos treinando para ter esse fim?

Eu penso que esse desabafo pode retratar o comprometimento de uma pessoa não somente com ela mesmo e sim com todas as pessoas que fazem parte de sua historia.

Trazendo para uma relação com o mercado de trabalho. Muitas vezes pessoas, empresas investem em nós criando uma expectativa de vitorias para nossa carreira, e nós com uma mentalidade individualista, pensamos somente nos nossos desejos, nossas vontades e nossos caprichos, dando um dane-se para o restante.

O treinamento precisa estar vivo em nossa trajetória profissional, pois é ele que vai trazer oxigênio para nossas vitorias e conquistas.

Precisamos utilizar essa ferramenta para nos potencializar e também para nos fazer refletir que outras pessoas também acreditam em nosso potencial e que não podemos fechar os olhos a essa situação.

Precisamos ter compromisso com nós mesmos, mas também precisamos saber que sempre podemos melhorar, e que muitas pessoas e talvez um universo corporativo todo, conte com nosso esforço e conte com nosso talento.