Em meio a muitas transformações e necessidades de mudança, geralmente as empresas acreditam que para inovar  precisam de pessoas novas.

Muitas empresas não percebem os talentos internos que dispõem, e dessa maneira fazem contratações externas fora da realidade da empresa.

Precisamos entender que o tempo de permanência de um profissional na empresa, depende exclusivamente de como ele percebe sua carreira naquela organização.

Empresas que não desenvolvem seus colabores e contratam conhecimento pronto de fora da mesma, erram duas vezes: Primeiro quando acreditam que o conhecimento de um profissional fará a diferença sem contar com a cultura daquela organização, bem como seus valores e sua rotina; Segundo quando pensa que seus colaboradores internos não são afetados com esse tipo de contratação.

Hoje a máxima da gestão de pessoas está justamente em transformar o colaborador dentro do tripé de Competências, sendo: Conhecimento, Habilidade e Atitudes.

Um profissional será entendido como verdadeiramente competente quando ele tiver os conhecimentos relacionados a suas atividades, habilidade para desenvolve-las e  principalmente atitude para inovar, transformar e querer que a coisa aconteça.

Um engano muito grande é a empresa “achar” que o profissional poderá desenvolver essas competências sozinhos. A empresa precisa assumir o papel de agente de mudança e principalmente de agende de gestão do conhecimento. Só dessa maneira será possível sair definitivamente da justificativa de que o mercado não oferece pessoas preparadas, e dessa maneira se assumir como autor de sua própria historia.

Santos de casa fazem milagre sim! Porem não podemos acreditar que ele milagre acontecerá sem esforços, empenho e dedicação.

Empresas olhem para dentro de sua organização e conheça melhor as pessoas que fazem parte dela. Conheça a expectativa desses profissionais, conheça a historia deles, e semeie bons frutos dessa relação.

Sucesso a todos!